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Postado em

dez 21, 2016

Conheça as funcionalidades do Azure SQL Database

 

Ambientes rodando em nuvem pública estão se tornando algo cada vez mais simples de ser encontrado e nessa mesma vertente cada vez mais empresas querem levar alguns, senão todos, os seus bancos de dados para a nuvem. Pensando nisso a Microsoft criou uma plataforma de Banco de Dados na nuvem chamada Azure SQL Database.

O Azure SQL Database é um serviço capaz de entregar o poder já reconhecido do SQL Server, mas agora na nuvem. Por padrão a Microsoft garante um SLA de 99.99% garantido financeiramente em caso de falha comprovada pela Microsoft.

Service Tiers

Como trabalhamos com um serviço de PaaS – Platform as a Service, a performance é mensurada de uma maneira diferente. Dentro do SQL Database temos o que chamamos Service Tiers, onde cada tier corresponde a uma métrica previsível de Performance e Continuidade do Negócio. Atualmente o SQL Database contém 3 Service Tiers que podem ser encontrados abaixo.

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Bancos pequenos com no máximo até 2GB. Recovery máximo de 7 dias. Bancos médios com múltiplas transações concorrentes. Bancos com tamanho máximo de 250GB. Replicação Geográfica. Aplicações de missão crítica com um alto volume de transações concorrentes. Bancos com tamanho máximo de até 1TB.

Dentro dos Service Tiers encontramos o Database Throughput Unit (DTU) que é uma mistura de CPU, memória e IO que representa o poder relativo de Bancos de Dados baseados em uma métrica de mundo real. Basicamente a Microsoft recolheu uma série de métricas que são encontradas em ambientes OLTP.

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Uma das facilidades do Azure SQL Database é poder realizar o scale-up ou o scale-down entre Service Tiers de maneira bem trivial. Como você pode ver na imagem abaixo, o mesmo banco pode navegar do Service Tier “S0”:

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Onde as 15:30 o Microsoft Azure recebeu uma requisição de Scale-UP.

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O seu banco não fica offline e muito menos indisponível para o usuário. Em todo o processo de mudança ocorre em background garantindo assim a disponibilidade do negócio. Dependendo do tamanho real do banco de dados o tempo de movimento pode mudar.

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Migrando de forma eficiente

Outro fator que pode nos ajudar no momento da migração é saber qual é o Service Tier e o número de DTUs indicado para o meu banco de dados. O cenário mais comum que encontramos em migrações para o SQL Database é o movimento de bancos de dados que estão no ambiente local para nuvem e além disso, entender qual o nível desejado para que meus serviços rodem com a mesma performance e disponibilidade.

Sendo assim utilizamos uma ferramenta que nos possibilita coletar dados do servidor de Banco de Dados do cliente, sem a necessidade de coletar dados confidenciais e assim entregar uma informação que agrega valor no momento da migração.

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Alta disponibilidade com poucos cliques

A vantagem de um serviço PaaS como o SQL Database é fornecer agilidade, disponibilidade e principalmente segurança. Falando em alta disponibilidade, o Microsoft Azure possui hoje mais de 10 datacenters espalhados pelo mundo inteiro, que fornecem assim a confiabilidade que o cliente necessita. No Microsft Azure você pode habilitar seu Banco de Dados secundário para leitura e fazer com que aquele seu time de BI possa rodar os relatórios sem impactar o negócio.

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Ter alta disponibilidade é assim fácil, é só escolher onde colocar seu banco secundário.

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azure sql databaseNão exploramos nem 10% de tudo que você pode fazer com o SQL Database, e o melhor, gastando muito menos do que você gastaria rodando o ambiente dentro de sua organização.

E aí? Já está preparado para o poder da nuvem?

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