Um em cada 5 ataques corporativos em 2025 começou com um e-mail. Não um malware sofisticado ou uma falha de sistema. Um e-mail, de phishing. É o que aponta o Global Incident Response Report 2026, da Palo Alto Networks com a Unit 42, que analisou mais de 750 incidentes reais.
O phishing empatou com exploração de vulnerabilidades técnicas, ambos em 22% dos casos. Ou seja, cinco anos de investigações depois, o elo mais explorado ainda é humano. Mas, de 2000 para cá, os ataques têm ganhado complexidade, com uso de IA e estratégias de engenharia social.
O golpe por voz também cresceu. Em 2025, houve um aumento de 442% em incidentes envolvendo vishing, segundo a DeepStrike.
Mas, como os colaboradores de uma empresa, que nem sempre estão familiarizadas com cibersegurança, podem distinguir mensagens fraudulentas sendo elas tão convincentes? A resposta está em saber o que, exatamente, reconhecer. E treinar o olhar do time para isso.
O que é importante falar sobre phishing com colaboradores e por quê
Antes de tudo, é preciso explicar a base de golpes como esses, que é a engenharia social. Seja por e-mail, SMS, aplicativos de mensagens ou telefone, a engenharia social é usada para explorar o comportamento humano e manipular pessoas a realizarem uma determinada ação.
Essas mensagens abusam de aspectos humanos como confiança, urgência, medo ou autoridade para induzir a vítima a revelar, por exemplo, informações confidenciais, conceder acessos ou executar ações que favorecem o atacante.
As ferramentas de segurança atuais são eficazes na filtragem de mensagens e e-mails de origens suspeitas (antispam) e no bloqueio de arquivos maliciosos (antimalware). Isso significa que e-mails contendo vírus dificilmente irão chegar aos colaboradores.
É por isso que os ataques mais elaborados tendem a desviar dessas tecnologias para chegar direto nas pessoas. Assim, os criminosos têm mais chance de induzir a vítima a instalar um programa ou fornecer dados pessoais, por exemplo. E conseguir entrar em um sistema pela porta da frente.
No RedTalks em que abordamos o assunto, falamos sobre diferentes tipos de phishing e apresentamos boas práticas para proteger equipes contra armadilhas. Assista:
Mas complexidade não quer dizer que e-mails de phishing só possam ser identificados por colaboradores de áreas técnicas
Pensando nisso, desenvolvemos um guia prático para ajudar qualquer colaborador a investigar e-mails suspeitos sem precisar de conhecimento técnico avançado. Nele, explicamos como investigar o cabeçalho de um e-mail para identificar se é uma mensagem maliciosa.
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